quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Jhenifer e Priscila - Hugo Roepke

A criação de gado e os tropeiros.


Escolhemos esse assunto por motivo de ser muito interessante pois fala do sul onde morramos e é bom pois descobrimos mais sobre algumas culturas de nossa região.
INTRODUÇÃO:
A palavra "tropeiro" deriva de tropa, numa referência ao conjunto de homens que transportavam gado e mercadoria no Brasil colônia. O termo tem sido usado para designar principalmente o transporte de gado da região do Rio Grande do Sul até os mercados de Minas Gerais, posteriormente São Paulo e Rio de Janeiro, porém há quem use o termo em momentos anteriores da vida colonial, como no "ciclo do açúcar" entre os séculos XVI e XVII, quando várias regiões do interior nordestino se dedicaram a criação de animais para comercialização com os senhores de engenho.

ORIGEM DO TROPEIRO NO BRASIL:
O Brasil, descoberto em 1500, era habitado por índios que tinham uma cultura rudimentar e se alimentavam da caça, da pesca, de frutos e alguns produtos cultivados na terra.
Em 1549, chegaram a Bahia, seus missionários jesuítas liderados por Manuel de Nóbrega para ensinar as verdades do Cristianismo aos nativos da terra brasileira. Tinham a missão de converter os índios ao catolicismo.
Esses missionários trouxeram as primeiras cabeças de gado que deram origem ao rebanho existente atualmente.

ORIGEM DA PALAVRA TROPEIRO:
A palavra tropeiro vem de tropa, numa referencia aos homens que, em grupo, transportavam i gado de uma região para outra ou ainda, transportavam mercadorias, usando o gado como meio de transporte, na época do Brasil Colônia.

Tropeirismo (condução de animais soltos ou de mercadorias em lobos de animais arriados).

  MODO DE VIDA DOS TROPEIROS:
Os tropeiros usavam chapéu, poncho e botas para se protegerem das intempéries, dos animais bravos e da matas por onde passavam.
Sua alimentação era simples e de fácil preparo constituída por feijão preto, toucinho, carne de sol, farinha, pimenta-do-reino, café, fubá.

Até hoje usamos o feijão tropeiro (feijão quase sem caldo com pedaços de carne de sol e toucinho).
Bebidas alcoólicas não eram permitidas, somente em ocasiões especiais. Usavam a cachaça como remédio para picada de insetos e nos dias muito frio tomavam um gole para evitar resfriado.
Carregavam os apetrechos e alimentos necessários em bolsões de couro nos animais de carga.

UM POUCO DA HISTÓRIA DO SUL:
A Região Sul do Brasil, ao contrário do Nordeste e do Sudeste, esteve muito tempo fora do alcance dos interesses de Portugal em virtude de fatores diversos entre os quais a posição geográfica no litoral das terras lusitanas no continente americano, posição que a tornava distante das células iniciais da colonização e, portanto, afastada do eixo econômico estabelecido entre o Brasil e a Metrópole. Processou-se o desenvolvimento do Brasil nordeste com base na indústria açucareira e na mineração, mas o sul, embora em parte já desbravado, chegou ao século XX, praticamente povoado.
A região Sul do Brasil é composta pelos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Apresenta grande diversidade cultural, as maiores influências culturais são dos imigrantes europeus.
O gaúcho, que não dispensa a bombacha, o lenço e o poncho, aprecia o chimarrão e o churrasco.

Alimentação dos tropeiros:
O tropeirismo acabou associado à atividade mineradora, cujo auge foi a exploração de ouro em Minas Gerais e, mais tarde, em Goiás. A extração de pedras preciosas também atraiu grandes contingentes populacionais para as novas áreas e, por isso, era cada vez mais necessário dispor de alimentos e produtos básicos. A alimentação dos tropeiros era constituída por toucinho, feijão preto, farinha, pimenta-do-reino, café, fubá e coité (um molho de vinagre com fruto cáustico espremido). Nos pousos, os tropeiros comiam feijão quase sem molho com pedaços de carne de sol e toucinho, que era servido com farofa e couve picada. O feijão tropeiro é um dos pratos típicos da cozinha mineira e recebe esse nome porque era preparado pelos cozinheiros das tropas que conduziam o gado.O tropeirismo acabou associado à atividade mineradora, cujo auge foi a exploração de ouro em Minas Gerais e, mais tarde, em Goiás. A extração de pedras preciosas também atraiu grandes contingentes populacionais para as novas áreas e, por isso, era cada vez mais necessário dispor de alimentos e produtos básicos. A alimentação dos tropeiros era constituída por toucinho, feijão preto, farinha, pimenta-do-reino, café, fubá e Coité (um molho de vinagre com fruto cáustico espremido). Nos pousos, os tropeiros comiam feijão quase sem molho com pedaços de carne de sol e toucinho, que era servido com farofa e couve picada. O feijão tropeiro é um dos pratos típicos da cozinha mineira e recebe esse nome porque era preparado pelos cozinheiros das tropas que conduziam o gado.

Região Sul do Brasil é muito rica, justamente por ter recebido influência de diversas colônias de imigrantes, como os alemães, os italianos,os poloneses e os ucranianos.
O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO CULTURAL NA SERRA:
Através da comunicação, o homem evoluiu e todas as conquistas tecnológicas e pessoais tornaram-se
possíveis, permanecendo, pois, “ subordinado” a ela. Na região serrana catarinense não foi diferente. Esse
processo de comunicação foi essencial em virtude da enorme distância que havia entre uma localidade e
outra. Imaginemos como era possível a comunicação numa época em que não havia rádio, telefone,
televisão, ou mesmo, lápis e papel para escrever um simples bilhete. Surgem aí os tropeiros, que no
comando de suas tropas enfrentavam os perigos da selva e transportavam bois, mulas e os produtos
típicos serranos. E não só isso, eles foram os responsáveis em levar e trazer informações. Além da
importância do transporte que realizavam, os tropeiros assumiram outros papéis na sociedade do século
XVII até meados do século XX, quando os meios de transporte se modernizaram e a tropas e a figura do
tropeiro perderam a razão de existir. Os tropeiros contribuíram para a unificação cultural do país, mais
especificamente da região serrana catarinense, que é foco principal deste trabalho, à medida que faziam o
papel de comunicadores. Foram emissários dos correios, inter mediários de negócios, portadores de de negócios, portadores de bilhetes, recados, encomendas enfim, os únicos transmissores de notícias.

Mapa dos tropeiros: Quem viaja pela Rodovia Presidente Dutra, São Paulo ao Rio de Janeiro , passa sem cerimônia pela placa do km 36 que indica Rodovia dos Tropeiros, caminho utilizado do século XVII até XIX, nas viagens dos tropeiros na região Sudeste e Sul. Há várias Estradas dos Tropeiros no Brasil, mas a mais importante é a atual SP 068, ligando Silveiras até Bananal. O caminho percorrido pelos tropeiros serviu de base para a antiga Rio - São Paulo, que utilizou as trilhas como orientação para chegar vindo da capital Rio de Janeiro, até o Vale do Paraíba.

      Foi pela Estrada dos Tropeiros que D. Pedro I passou na viagem entre Rio e São Paulo, no ano de 1822, quando o Brasil conquistou sua independência. A história, está presente em cada curva. No seu trajeto,  entre Silveiras e Bananal, encontram-se cinco cidades do Circuito Vale Histórico e ainda Queluz , a única a margem da Rodovia Presidente Dutra.
Quem viaja pela Rodovia Presidente Dutra, São Paulo ao Rio de Janeiro , passa sem cerimônia pela placa do km 36 que indica Rodovia dos Tropeiros, caminho utilizado do século XVII até XIX, nas viagens dos tropeiros na região Sudeste e Sul. Há várias Estradas dos Tropeiros no Brasil, mas a mais importante é a atual SP 068, ligando Silveiras até Bananal. O caminho percorrido pelos tropeiros serviu de base para a antiga Rio - São Paulo, que utilizou as trilhas como orientação para chegar vindo da capital Rio de Janeiro, até o Vale do Paraíba.

      Foi pela Estrada dos Tropeiros que D. Pedro I passou na viagem entre Rio e São Paulo, no ano de 1822, quando o Brasil conquistou sua independência. A história, está presente em cada curva. No seu trajeto,  entre Silveiras e Bananal, encontram-se cinco cidades do Circuito Vale Histórico e ainda Queluz , a única a margem da Rodovia Presidente Dutra.




CONCLUSÃO:
Concluímos que tropeiro é a designação dada aos condutores de tropas ou comitivas de cavalos e mais ao sul do Brasil, também são conhecidos como carreteiros devido às carretas com as quais trabalhavam.
E tropeirismo como foi muito falado no texto em cima é todos os tropeiro em um conjunto viajando pelo Brasil a cavalo levando o gado de um lugar para o outro.

                         IMAGENS.
#http://m.brasilescola.com/brasil/aspectos-culturais-regiao-sul.htm
#Tropeiros.pdf.KPDF
#http://www.caminhosdacorte.com.br/estrada-dos-tropeiros.html

15 comentários:

  1. LI TUDO, ESTÁ BOM, MERECE 1000000000000 / ANA

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  2. Esta muito boom ... imagens boas, texto muito explicativo. aprendi algo a mais com isso...

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  3. Gostei do texto mas podiam melhorar um pouco na escrita .Vou dar um conselho não colocar imagens na conclusão e depois da virgula não deixar espaço, mas tirando isso o texto esta bom.

    Alessandra Sadlowski

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    1. Por acaso você leu? não a nem um problema com virgula! :)
      Mt obrigada :)

      -Jhenifer

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    2. bom existe sim um problema com a virgula jheni
      mas ela explicou errado ...
      e vez de "depois da virgula nao deixar espaço"
      acho que ela quiiz dizer:
      " antes da virgula nao deixar vigula
      priscila -HR

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  4. ficou muito legal finalmente ahei algen que goste disso ryan hugo roepke

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    1. Eu li muito bem o texto, e o professor disse para colocar uma sugestão então eu só fiz o que ele pediu TÁ.

      Alessandra Sadlowski

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  5. Muito bom gostei ótimo

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  6. Gostei bastante esta muito bom gostei bastante da quela parte que conta, sobre aquela parte que fala qual o sentido da palavra tropeiro, nos conta que os davam esse nome as pessoas que conduziam as tropas de cavalos. Julio bom de mais.

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  7. Gostei bastante do texto, aprendi muitas coisas que não sabia! O texto de vocês ficou bom ... Parabéns

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  8. Gostei muito parabéns o texto explica bem e as imagens são ótimas. Aprendi mais sobre esse assunto muito.

    Saionara Hoegen - Hugo Roepke

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  9. Texto ótimo gostei muito, mas uma observação no começo a palavra ''moramos'' está escrito errado, está escrito ''morramos''.

    Cleiton Pasquali - Hugo Roepke

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