sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Janaina - Hugo Roepke

E.E.F Hugo Roepke.
Diretor: Antônio Márcio Pereira.
Professor: Alan Evaristo Mengarda.
Disciplina: Geografia.
Aluna: Janaina Natalia Borges de Oliveira.
Turma: 7º 02.
Data: 19/11/14.

      
                 IMIGRANTES ITALIANOS

Meu texto vai informar sobre os Imigrantes Italianos na região sul.
Essas informações são importantes pra saber, sobre os nossos descendentes.
Os primeiros imigrantes chegaram ao Brasil no ano se 1870, o governo do Brasil estava estimulado a imigração européia , especialmente depois de 1850. A imigração Italiana no sul do Brasil foi muito expressivo na segunda metade de século XIX, os italianos se empregaram em diferentes atividades variáveis de acordo com o estado em que se localizaram.
Grande parte dos italianos que migrou para o Brasil eram de origem humilde, principalmente de regiões rurais da Itália.
O Brasil era visto como uma terra nova, repleta de oportunidades. Vale lembrar que a Itália passava por uma crise de emprego na segunda metade do século XIX, gerada, principalmente, pela industrialização do país.
Alguns italianos chegaram ao Brasil dispostos a criar pequenas empresas e prosperar na nova terra. Vendiam o que tinham na Itália e investiam no Brasil em áreas como a agricultura, comércio, prestação de serviços e indústria.
No começo do século XX, começou chegar à Itália, notícias das péssimas condições de trabalho e moradia de famílias italianas residentes no Brasil.
Essas informações foram divulgadas pela imprensa, fazendo com que diminuísse drasticamente a vinda de italianos para o Brasil.
Outro fato que influenciou essa queda na imigração, foi o controle feito pelo governo de Benito Mussolini sobre a imigração no final da década de 1920.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Patrícia - Hugo Roepke

Escola Ensino Fundamental Hugo Roepke
Diretor: Antônio Márcio Pereira                                                             
Professor: Alan Mengarda
Disciplina: Geografia
Aluna: Patricia Vres
Turma: 7º 2
Data: 19/11/2014


                                             Clima Predominante Região Sul.  


 O clima predominante na região é o subtropical. Porém, o clima na região Sul apresenta grandes variações, sendo o responsável pelo registro das temperaturas mais baixas do Brasil no inverno. Devido a essas variações em algumas localidades da região Sul pode ocorrer até neve em determinadas épocas do ano.
Nas regiões de clima mais ameno a vegetação típica é a floresta de araucárias (pinhais), enquanto que em boa parte do Rio Grande do Sul, podemos encontrar extensas pradarias, ou campos naturais, chamados de “pampas” ou “campos sulinos”. Tradicionalmente, a agropecuária é a principal atividade econômica da região Sul.  Mas esta região também conta com um contingente bastante desenvolvido de indústrias (principalmente alimentícias) e com a mecanização agrícola que a colocam no segundo lugar brasileiro em geração de renda (perdendo apenas para a região sudeste).
 A região Sul está situada abaixo do trópico de Capricórnio, em uma zona temperada, é influenciada pelo sistema de circulação pertubada de Sul, responsável pelas chuvas, principalmente no verão, e pelo sistema de circulação pertubada de Oeste,que a característica acarreta chuvas e as raramente geadas ,por vezes granizo, com ventos de rajadas de 60 a 90 km/h.
 A região sul é a menor região em extensão territorial do nosso do país, com cerca de  576.407 km², é também o lugar com os maiores indicadores sociais do Brasil. O PIB, de R$ 535,662 bilhões, só fica atrás da região sudeste.
 A região sul é a única parte do país que localiza-se quase inteiramente na região temperada (com exceção ao extremo norte do Paraná), por este motivo, os estados desta região tem um clima conhecido como subtropical, com temperaturas que costumam ficar abaixo dos termômetros do restante do Brasil.
 A vegetação sulista é bastante variada, encontramos a devastada Mata das Araucárias nas regiões mais frias, além dos campos limpos do pampa gaúcho. No litoral, encontramos minoria de vegetação costeira, que dividem-se desde mangue.

Natália - Hugo Roepke

E.E.F Hugo Roepke.
Diretor: Antônio Márcio Pereira.
Professor: Alan Evaristo Mengarda.   
Disciplina: Geografia.
Aluna: Natália Semann de Melo.
Turma: 7° ano 02.
Data: 19/11/2014.


O Tratado de Madrid

O meu texto irá informar sobre quando e porque surgiu o Tratado de Madrid e suas consequências  para todo o território brasileiro. Essas informações são importantes pois ajudaram a definir aproximadamente o contorno geográfico  do Brasil.
O Tratado de Madrid foi assinado na capital espanhola em  13 de janeiro de 1750,entre os reis D. João V de Portugal e D. Fernando VI da Espanha. O tratado favoreceu a corte portuguesa, já que estes se basearam no direito de posse , que dizia que a terra deveria  ser ocupada por aqueles que lá se encontravam estabelecidos, desta forma os portugueses ficaram com o território que hoje forma o Brasil.
Com a assinatura deste tratado o território da Região Sul passou das mãos de espanhóis para a dos portugueses: os espanhóis cederam as terras dos sete povos aos portugueses  em troca  das terras da colônia do sacramento, que atualmente integram o território do Uruguai. O tratado foi preparado cuidadosamente a partir dos mapas da corte e substitui o Tratado de Tordesilhas que não estava sendo respeitado gerando muita discórdia entre esses dois países.
    Com a assinatura do Tratado de Madrid encerraram-se os conflitos entre os dois países , além de provocar o aumento do poder militar português no Sul. A posse da Amazônia passou  a Portugal  e o tratado gerou  a transferência  da capital do Vice-Reino  português no Brasil de Salvador para o Rio de Janeiro.
Eu entendi que o Tratado  de Madrid se baseou no princípio do direito privado ( Uti possidetis ) quem possui de fato,deve possuir o direito.  Eu acho esse tema muito importante pois definiu  a posse do nosso território e a nossa língua além de acabar com as disputas entre Portugal e Espanha.

Referências: www.estudopratico.com.br/tratado-de-madri-mapa-e-detalhes-deste-acor
www.brasilescola.com › História do Brasil › Brasil Colônia
www.historiabrasileira.com › Brasil Colônia
pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Madrid_(1750)
www.infoescola.com › História

Samira - Hugo Roepke

Escola de Ensino Fundamental Hugo Roepke.
Diretor:Antônio Márcio Pereira.
Disciplina:Geografia.
Professor:Alan Evaristo Mengarda.
Aluna:Samira dos Santos.
Turma:7° Ano 02.
Data:19/11/2014.

O Tratado de Madrid

    Meu texto vai falar sobre  o Tratado de Madrid e suas responsabilidades com o território brasileiro.Essas informações são importantes porque acabaram com as disputas de Portugual e Espanha pelo território brasileiro.
    O Tratado de Madrid foi importante porque acabou com o tratado anterior.Segundo  o Tratado de Versalhes Portugual teria direito a uma parte do Brasil, e a Espanha a maioria, sendo assim a gente  iria ter decêndencia Espanhola e não Portuguesa.
    O Tratado de Madrid foi firmado na capital Espanhola entre D. João V de Portugual e D, Fernando VI da Espanha, em 13 de Janeiro de 1750. O objetivo do tratado era substituir o Tratado de Tordesilhas, o qual já não era mais respeitado na prática. Este tratado tornou-se responsável por determinar os limites entre as duas colônias Sul-americanas acabando definitalmente com as contendas.   
    Pelo tratado, ambas as partes reconheciam ter violado o Tratado de Tordesilhas na Ásia e na América e concordavam que, a partir de então, os limites deste tratado se sobreporiam aos limites anteriores. As negociações basearam-se no chamado Mapas Da Corte, privilegiando a utilização de rios e montanhas para demarcação dos limites.
    Eu aprendi que o Tratado de Madrid foi muito importante para o Brasil por que ele separou a Espanha e Portugual. A minha opinião é que esse tema foi muito bom para nós porque fala sobre como nos ganhamos a nossa linguagem de hoje.

    Referencias.

pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Madrid_(1750)
www.infoescola.com › História

Yasmin - Hugo Roepke

Turma : 7° ano 02.Escola de Ensino Fundamental Hugo Roepke.
Diretor : Antônio Márcio Pereira.
Professor : Alan Mengarda.
Disciplina : Geografia.
Aluna : Yasmin Stainbach.




                        Imigração Italiana

A Imigração Italiana no Sul do Brasil foi muito expressiva na segunda metade do século XIX, os italianos se empregaram em diferentes atividades variáveis de acordo com o estado em que se localizaram.Os italianos formaram um grupo muito notório de imigrantes no Brasil no decorrer do século XIX, Tornaram-se, em alguns momentos, mais numerosos na chegada ao país do que os imigrantes portugueses, tão ligados historicamente a nós. O impulso no Império pela atração de estrangeiros com o intuito de empregá-los nas lavouras de café, em núcleos coloniais ou nas nascentes indústrias foi a tônica da segunda metade do século XIX, quando a sociedade começou a apontar efetivamente para o fim do regime escravista.
A Imigração Italiana no Sul do Brasil é de grande destaque entre todo o fluxo imigratório que marcou o século XIX, naquela região desenvolveram diferentes formas de ocupação do território, empregando-se em diferentes atividades.
A unificação do Estado italiano foi, de forma controversa, o motivo que estimulou a emigração do povo nativo. Com a unificação da Itália, o governo passou a não dar a devida atenção aos trabalhadores do campo, deixando a agricultura em situação desfavorável no país. A má qualidade de vida foi ao encontro das propagandas brasileiras na Europa em favor da emigração para o Brasil, a união dos dois fatores foi decisiva para estimular a movimentação dos indivíduos, o que deixou vilas inteiras da Itália vazias por conta da mudança de seus habitantes para o Novo Mundo.
As primeiras colônias italianas formadas no Sul do Brasil foram na região da serra gaúcha. Como a Alemanha criou mecanismos para impedir a emigração para o Brasil, os italianos acabaram substituindo os alemães na região Sul através das novas colônias. A presença dos italianos no Rio Grande do Sul é muito marcante, em 1875 foram criadas as colônias Conde D’Eu e Dona Isabel que se tornaram as cidades de Bento Gonçalves e Garibaldi hoje. Através destas colônias e as que foram formadas ao redor, os italianos se expandiram pela serra gaúcha e marcaram a presença no Rio Grande do Sul. Em tal estado, a atividade de destaque que desenvolveram foi o cultivo da videira, mas também se plantava milho e trigo.
Em Santa Catarina a presença mais significativa dos italianos foi no sul do estado, muito pela expansão daqueles que vinham do Rio Grande do Sul. Foram criadas várias colônias italianas em torno de cidades como Blumenau e Brusque. Blumenau, à época, era colônia alemã e teve a sua volta a formação das colônias Rio dos Cedros, Rodeio, Ascurra e Apoiúna.
Já no Paraná, os colonos italianos pioneiros estabeleceram-se na região litorânea, em 1878. Entretanto, Curitiba os atraiu e levou grande quantidade de italianos para a cidade e a região em torno. Como o Paraná faz fronteira com São Paulo e este integrava o cinturão que produzia o principal produto de exportação do Brasil na época, os italianos do Paraná foram, em grande parte, empregados nas lavouras de café.
Não só na região Sul do Brasil estiveram os imigrantes italianos, foram uma corrente imigratória de notória expressividade no Brasil. Ocuparam todas as regiões do Brasil, até mesmo locais longínquos como o Amazonas. A influencia da cultura e da presença italiana está expressa, entre outras coisas, na grande quantidade de sobrenomes italianos existentes no Brasil.


Podemos considerar o início da imigração no Brasil a data de 1530, pois a partir deste momento os portugueses vieram para o nosso país para dar início ao plantio de cana-de-açúcar. Porém, a imigração intensificou-se a partir de 1818, com a chegada dos primeiros imigrantes não-portugueses, que vieram para cá durante a regência de D. João VI. Devido ao enorme tamanho do território brasileiro e ao desenvolvimento das plantações de café, a imigração teve uma grande importância para o desenvolvimento do país, no século XIX.
Em busca de oportunidades na terra nova, para cá vieram os suíços, que chegaram em 1819 e se instalaram no Rio de Janeiro (Nova Friburgo), os alemães, que vieram logo depois, em 1824, e foram para o Rio Grande do Sul (Novo Hamburgo, São Leopoldo, Santa Catarina, Blumenau, Joinville e Brusque), os eslavos, originários da Ucrânia e Polônia, habitando o Paraná, os turcos e os árabes, que se concentraram na Amazônia, os italianos de Veneza, Gênova, Calábria, e Lombardia, que em sua maior parte vieram para São Paulo, os japoneses, entre outros. O maior número de imigrantes no Brasil são os portugueses, que vieram em grande número desde o período da Independência do Brasil.
Após a abolição da escravatura (1888), o governo brasileiro incentivou a entrada de imigrantes europeus em nosso território. Com a necessidade de mão-de-obra qualificada, para substituir os escravos, milhares de italianos e alemães chegaram para trabalhar nas fazendas de café do interior de São Paulo, nas indústrias e na zona rural do sul do país.  No ano de 1908, começou a imigração japonesa com a chegada ao Brasil do navio Kasato Maru, trazendo do Japão 165 famílias de imigrantes japoneses. Estes também buscavam os empregos nas fazendas de café do oeste paulista.
Todos estes povos vieram e se fixaram no território brasileiro com os mais variados ramos de negócio, como por exemplo, o ramo cafeeiro, as atividades artesanais, a policultura, a atividade madeireira, a produção de borracha, a vinicultura, etc.
Atualmente, observamos um novo grupo imigrando para o Brasil: os coreanos. Estes não são diferentes dos anteriores, pois da mesma forma, vieram acreditando que poderão encontrar oportunidades aqui que não encontram em seu país de origem. Eles se destacam no comércio vendendo produtos dos mais variados tipos que vai desde alimentos, calçados, vestuário (roupas e acessórios) até artigos eletrônicos.
Podemos considerar o início da imigração no Brasil a data de 1530, pois a partir deste momento os portugueses vieram para o nosso país para dar início ao plantio de cana-de-açúcar. Porém, a imigração intensificou-se a partir de 1818, com a chegada dos primeiros imigrantes não-portugueses, que vieram para cá durante a regência de D. João VI. Devido ao enorme tamanho do território brasileiro e ao desenvolvimento das plantações de café, a imigração teve uma grande importância para o desenvolvimento do país, no século XIX.
Em busca de oportunidades na terra nova, para cá vieram os suíços, que chegaram em 1819 e se instalaram no Rio de Janeiro (Nova Friburgo), os alemães, que vieram logo depois, em 1824, e foram para o Rio Grande do Sul (Novo Hamburgo, São Leopoldo, Santa Catarina, Blumenau, Joinville e Brusque), os eslavos, originários da Ucrânia e Polônia, habitando o Paraná, os turcos e os árabes, que se concentraram na Amazônia, os italianos de Veneza, Gênova, Calábria, e Lombardia, que em sua maior parte vieram para São Paulo, os japoneses, entre outros. O maior número de imigrantes no Brasil são os portugueses, que vieram em grande número desde o período da Independência do Brasil.
Após a abolição da escravatura (1888), o governo brasileiro incentivou a entrada de imigrantes europeus em nosso território. Com a necessidade de mão-de-obra qualificada, para substituir os escravos, milhares de italianos e alemães chegaram para trabalhar nas fazendas de café do interior de São Paulo, nas indústrias e na zona rural do sul do país.  No ano de 1908, começou a imigração japonesa com a chegada ao Brasil do navio Kasato Maru, trazendo do Japão 165 famílias de imigrantes japoneses. Estes também buscavam os empregos nas fazendas de café do oeste paulista.
Todos estes povos vieram e se fixaram no território brasileiro com os mais variados ramos de negócio, como por exemplo, o ramo cafeeiro, as atividades artesanais, a policultura, a atividade madeireira, a produção de borracha, a vinicultura, etc.
Atualmente, observamos um novo grupo imigrando para o Brasil: os coreanos. Estes não são diferentes dos anteriores, pois da mesma forma, vieram acreditando que poderão encontrar oportunidades aqui que não encontram em seu país de origem. Eles se destacam no comércio vendendo produtos dos mais variados tipos que vai desde alimentos, calçados, vestuário (roupas e acessórios) até artigos eletrônicos.
adotadas com este propósito e uma delas é a dificuldade para se obter um visto americano no passaporte.
Conclusão: O processo imigratório foi de extrema importância para a formação da cultura brasileira. Esta, foi, ao longo dos anos, incorporando características dos quatro cantos do mundo. Basta pararmos para pensar nas influências trazidas pelos imigrantes, que teremos um leque enorme de resultados: o idioma português, a culinária italiana, as técnicas agrícolas alemãs, as batidas musicais africanas e muito mais. Graças a todos eles, temos um país de múltiplas cores e sabores. Um povo lindo com uma cultura diversificada e de grande valor histórico.Embora a imigração tenha seu lado positivo, muitos países, como por exemplo, os Estados Unidos, procur
am dificultá-la e, sempre que possível, até mesmo impedi-la, para, desta forma, tentar evitar um crescimento exagerado e desordenado de sua população. Cada vez mais medidas são medidas são adotadas com este propósito e uma delas é a dificuldade para se obter um visto americano no passaporte.

Ryan - Hugo

E.E.F HUGO ROEPKE
Antonio Márcio Pereire  
Alan Evaristo Mengarda
Geografia
Ryan kleiton Leitzke
7º2
19/11/14

BOI TROPEIRO         


Após a destruição das missões o gado tropeiro criado nas aldeias foi abandonado os rebanhos passarem a viver livre por ai para se reproduzir livres ao campo eram o principal meio de trasporte alimentação  e vestimenta.                         Desse modo foi criado o desenvolvimento da pecuária no rio grande do sul caracterizada pela formação de estancias que se originaram pela sesmaria doada pela coroa portuguesa e pelo o uso de invernadas.A pecuária exerceu assim forte influencia no povoamento e na exploração econômica da região sul. O couro charque produzido no sul atraiam inúmeros tropeiros para região sul.




                                     

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Henrique e Roberto - Gallotti


E.E.F.S.F. Benjamim Gallotti
Aluno: Henrique e Roberto
Série: 7 ano
Prof:Alan E. Mengarda
Diciplina:Geografia









Região-Sul
Cultura



























Introdução


O cultivo da soja vem mostrando-se como uma
das atividades economicamente importantes
no meio rural, estando presente em grande parte
e das industria alimentícias, na qual È usada
como matéria-prima. Devido grande produção Á„o
desta oleaginosa, o Brasil aumentou suas
exportações obtendo, assim, maior entrada
de recursos financeiros.

O Estado do Rio Grande do Sul, situado no
extremo sul do Brasil, È um dos grandes
produtores nacionais de soja, sendo estimada
uma produção „o para a safra 2004 de 5,6 milhões
de toneladas (CONAB, 2004). Entretanto, as condição híbricas
normais do Estado podem ser
limitantes ‡ produção,, desta
cultura. Em longos
períodos de estiagem pode haver uma queda
muito significativa na produção„o de grão„os.
Como consequência
, observa-se grande
variabilidade interanual
do rendimento da soja no Rio Grande do Sul, associado a também alta
variabilidade das condições
de precipitação„ o pluvial. Para dar suporte a esta proposta È necessário
a condução„o de estudos básicos , usando
radiometria terrestre, nos quais È possível
estabelecer relações Úteis entre as respostas
espectrais da soja e par‚metros de crescimento.

A radiação „o solar ao atingir a folha pode ser
refletida, absorvida ou transmitida. Este
balanço de radiação, diretamente relacionado
características de superfície da folha, bem
como a outras características internas da espécie
vegetal. Estudos mostram que há uma alta.

Em nosso planeta possuímos diferentes tipos de vegetações, sendo que estas podem variar de acordo com a região em que se encontram. Fatores como altitude, latitude, pressão atmosférica, iluminação e forma de atuação das massas de ar são fundamentais para sabermos qual a espécie de vegetação que se encontram em cada parte do planeta Terra.
Até nas áreas que não existem nenhum tipo de vegetação fixa, como no caso dos desertos, surgem ervas rasteiras em alguns locais após as chuvas. Em alguns lugares, caso haja algum lençol subterrâneo com água, existe a possibilidade do surgimento de oásis com palmeiras. 

Apesar disto, a agricultura brasileira apresenta problemas e desafios, que vão da reforma agrária às queimadas; do êxodo rural ao financiamento da produção; da rede escoadora à viabilização econômica da agricultura familiar: envolvendo questões políticas, sociais, ambientais, tecnológicas e econômicas.

Apesar disto, a agricultura brasileira apresenta problemas e desafios, que vão da reforma agrária às queimadas; do êxodo rural ao financiamento da produção; da rede escoadora à viabilização econômica da agricultura familiar: envolvendo questões políticas, sociais, ambientais, tecnológicas e econômicas.
Segundo resultados de pesquisa feita pelo IBGE, no ano de 2008, apesar da crise financeira mundial, o Brasil teve uma produção agrícola recorde, com crescimento na ordem de 9,1% em relação ao ano anterior, motivada principalmente pelas condições climáticas favoráveis. A produção de grãos no ano atingiu a cifra inédita de cento e quarenta e cinco milhões e quatrocentas mil toneladas.2

Essa produção foi a maior já registrada na história; houve aumento, em relação ao ano anterior, de 4,8% da área plantada que totalizou sessenta e cinco milhões, trezentos e trinta e oito mil hectares. A safra recorde rendeu cento e quarenta e oito bilhões de Reais, tendo como principais produtos o milho (com crescimento de 13,1%), a soja (crescimento de 2,4%).2